Funcionários denunciam: novo circular de Rodas é inviável

Funcionários que trabalham próximo ao P1 denunciaram ao Jornal USP Livre! mais um problema do novo circular de Rodas: a impossibilidade de utilizá-lo em horários de pico.

Atualmente existem somente dois ônibus responsáveis por fazer o trajeto metrô-cidade universitária. Durante os horários mais movimentados, início e final de turno e aulas, quem espera pelo ônibus nos pontos mais próximos do Portão 1 não consegue entrar. O intervalo entre uma viagem e outra é muito longo e a quantidade de pessoas que utilizam o serviço é muito superior à capacidade do circular.

Uma solução que a comunidade acadêmica procurou apresentar foi a instalação de uma estação de metrô dentro do campus; a proposta, porém, foi rejeitada pela reitoria. O atual ônibus circular, responsável por realizar o trajeto metrô-cidade universitária, possui uma frota muito inferior à demanda.

A solução dada pelo governo do PSDB para o caos foi restringir a utilização do serviço àqueles que possuem vínculo formal com a USP – o que, também, não atenuou, tampouco solucionou o problema da mobilidade no campus.

Os funcionários que trabalham próximo ao Portão 1 utilizavam como transporte alternativo bicicletas, que podiam ser alugadas gratuitamente. O pedalUSP, serviço de aluguel de bicicletas oferecido àqueles que possuem vínculo formal com a USP, era uma alternativa para se mover dentro e fora do campus. O serviço, porém, não é mais oferecido há alguns meses. Quem estuda ou trabalha próximo ao Portão 1 se vê obrigado ou a esperar pela oportunidade de conseguir um espaço dentro do apertado circular em horário de pico, ou a ir andando até a estação do metrô Butantã.

Um comentário

  1. Meu..quanto tempo vai demorar para os prejudicados se levantarem..o cara esta fodendo geral e a galera como cordeiro vai para o abate.

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