E o DCE? Que papelão…

A gestão “Não vou me adaptar” (Psol e PSTU) deu mais uma demonstração de que está completamente adaptada à vontade do reitor-interventor.

Além de não se empenhar minimamente na convocação do ato desta terça-feira, os diretores do DCE tiveram a cara-de-pau de participar da manifestação e propor que os manifestantes, que estavam concentrados na rua Alvarenga, em frente à Procuradoria-Geral da USP, se dispersassem.

Visivelmente amedrontados pela própria manifestação, os diretores do DCE propuseram dispersar o ato quando ainda havia companheiros esperando o horário do seu depoimento na Procuradoria Geral.

A diretoria do DCE insistiu por diversas vezes e chegou até a chantagear os manifestantes afirmando que seria “pior” para os companheiros chamados a depor se a manifestação mantivesse o trânsito parado da rua Alvarenga e, por ventura, se enfrentasse com a polícia ali mesmo.

Os militantes do Psol e do PSTU, com todo seu cretinismo parlamentar, tentaram em vão fazer com que os estudantes voltassem para dentro do campus. Chegaram a propor que se votasse a dissolução do ato, o que foi prontamente recusado pelos manfiestantes.

Os estudantes resistiriam. Debaixo de gritos de “fora pelegos”, os militantes do Psol e do PSTU fugiram do ato. Em verdadeira debandada, os diretores do DCE voltaram sozinhos para o campus. Os demais estudantes continuaram na porta do “DOI-CODI” da USP acompanhando os depoimentos.

Os processos movidos contra os estudantes são uma farsa criada pela reitoria para reprimir e condenar aqueles que lutaram contra a polícia no campus, por mais vagas na moradia estudantil e, principalmente, os que são os principais opositores aos planos de Rodas de privatizar a USP.

Volta Seca