As tarefas pendentes do movimento estudantil

Um ano de polícia na USP. Desde que Rodas firmou o convênio com a PM, uma única tarefa para o movimento estudantil: expulsar a polícia do campus. No entanto, nem expulsamos a polícia, nem derrubamos o reitor. Ainda.
Há quem diga que essas reivindicações ficaram no passado. Que agora o movimento deve se voltar para outros objetivos. Como? O reitor-interventor não está ainda mandando e desmandando no campus, proibindo inclusive debates? A polícia não ronda ainda a Cidade Universitária, marcando sua presença e lembrando a todos que podem entrar em ação ao menor vacilo?
Diante disso, dizer que devemos esquecer nossas reivindicaçòes (Fora Rodas! Fora PM) é dizer mesmo que não devemos lutar por elas, quando elas são a base para qualquer transformação real na USP.