Vote e lute com a chapa 27 de Outubro

A chapa 27 de Outubro foi formada durante a ocupação da reitoria em 2011 pela saída da PM da USP, contra a ditadura do reitor-interventor João Grandino Rodas e pela extinção dos processos contra estudantes e funcionários.
A chapa se apresenta novamente nas eleições para a gestão do DCE em 2013 que ocorrerão nos dias 27, 28 e 29 de novembro.
A 27 de Outubro faz um chamando aos estudantes a lutar contra a ditadura na USP e a não confiar nas promessas das direções estudantis atuais e da reitoria.
É a única chapa que verdadeiramente representa a luta dos estudantes, de modo conseqüente e concreto, contra a ditadura do reitor-interventor João Grandino Rodas, a intervenção policial, os processos e a perseguição política.
O dia 27 de outubro foi escolhido por representar esse movimento, pois foi o estopim de um amplo movimento contra colocação da universidade sob estado de sítio para calar os setores de oposição a atual política da reitoria.
A luta não acabou quando a greve foi derrotada no início do ano, após forte campanha das direções pelegas para desmobilizar e confundir os estudantes em luta.
Na chapa 27 de Outubro estão que lutaram concretamente contra a PM e a ditadura de Rodas na USP e foram processados por ocuparem a reitoria. Participam da chapa hoje os que defenderam os métodos de luta do movimento mesmo quando estes eram atacados pela direita, por meio da imprensa burguesa e a reitoria.
A gestão “Não Vou me Adaptar” adaptou-se à vontade do reitor-interventor e procurou de todas as formas substituir a luta dos estudantes pela conciliação com a reitoria.
Foi esse o propósito do “plebiscito sobre a democracia na USP” lançado pela gestão. Além de ter sido um fracasso em si, com menos de um terço dos votos que as últimas eleições para o DCE tiveram, o plebiscito foi uma tentativa de jogar areia nos olhos dos estudantes, e induzi-los a trocar a luta contra a ditadura por uma abstração, a “democracia”.
O grupo da chapa Reação, que concorreu nas últimas eleições, mudou de nome e agora se chama “Evolução”. É a chapa que apóia a PM no campus e o reitor-interventor João Grandino Rodas e as expulsões. Defendem acabar com o já pequeno espaço que os estudantes possuem para se manifestar democraticamente que são as assembleias. É um anti-movimento estudantil.
Outras quatro chapas concorrem também às eleições. Duas delas são compostas por correntes e militantes que participaram da primeira formação da 27 de Outubro no início desse ano, mas que abandonaram a chapa por não concordar com a defesa dos métodos de luta do movimento estudantil (a greve, a ocupação, a luta contra a PM e a ditadura do reitor-interventor) ou por concordar mais com a chapa da situação, do Psol e do PSTU, do que com a iniciativa da 27 de apresentar uma perspectiva de luta para os estudantes.