Intransigência da reitoria inviabiliza conciliação proposta pelo Tribunal de Justiça de São Paulo

Na tarde desta terça-feira, 8/10, estava marcada audiência no Tribunal de Justiça de São Paulo, por convocatória do juiz Marcos Pimentel Tamassia, da 12ª Vara da Fazenda Pública.

O juiz havia entendido que, antes de deferir o pedido de reintegração de posse feito pela reitoria era preciso realizar a audiência por se tratar de “uma questão delicada”.

A decisão que levava a esta reunião frustrada dizia: “Não parece ser exatamente um caso clássico de reintegração de posse, em que o suposto esbulhador passa a exercer a posse ‘animus domini’. Mais pode se assemelhar a um ato de manifestação, muito embora diga a Universidade que não está sendo realizado de forma pacífica e ordeira, o que de fato é bem preocupante”, informa a decisão do tribunal”. 

Na audiência, a reitoria foi taxativa: só negocia se desocuparmos o prédio.

A Adusp, presente à reunião, declarou apoio aos estudantes mas pediu para retirar o nome da entidade do processo.

O juiz prometeu deliberar sobre o pedido da reitoria dentro de 48h.