Peidou… E saiu molhado!

Na última assembleia, 24 de outubro, algumas organizações mostraram “grande convicção” em defender suas propostas.

O POR (Partido Operário Revolucionário) apresentou a proposta de a Estatuinte estar condicionada ao fim dos processos. Colocando o fim dos processos como principal reivindicação nas negociações com a reitoria.

O MNN (Movimento Negação da Negação) defendeu a mesma proposta.

O DCE levantou proposta contrária, colocando em segundo lugar o fim dos processos.

Na hora de contar os votos pessoas trocam de lugar para aumentar os votos da proposta do DCE.

O DCE apresenta sua proposta como vitoriosa sendo: 237 a 230.

Um estudante fala ao microfone e diz que na proposta que prioriza o fim dos processos ele foi contado como 240; como é possível que o resultado da contagem fosse um número menor questionou.

Muitos estudantes então começam a pedir recontagem.

Como se não bastasse mais esse golpe do DCE, algo também muito estranho acontece: o MNN pega o microfone para dizer, simplesmente, que a plenária deixe isso pra lá “que a assembleia é mais importante”. Ou seja, tanto faz lutar ou não contra os processos.

Quando a plenária achava que já tinha visto de tudo, o POR vai ao microfone confirmar a contagem do golpe, dizendo que foi mesmo 237 a 230. Mas a proposta não era dele?

Só há duas explicações para isso: o POR e a MNN são posers em defender o fim dos processos ou se borram de medo do DCE?

Mas se o DCE já causa aquela freada nessas organizações como vão enfrentar o Rodas e a PM? Com fraldas, talvez…

Testemunha ocular