Osvaldo Nakao revela qual é o “verdadeiro problema” da EACH: Professores do PT e do PCO querem contaminar a cabeça dos estudantes e volta-los contra o adorado governador Alckmin!

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O Superintendente do Espaço Físico da USP, Osvaldo Nakao, fez uma brilhante descoberta: “professores do PT, do PCO e do movimento operário” são o verdadeiro problema na universidade administrada pelo PSDB e seus cupinchas.

 

Se você, caro leitor, acha que nós do Jornal da USP LIVRE! não batemos bem da cabeça, espere até ver o que esse dirigente da USP disse sobre a crise na EACH!

Na EACH, não existe contaminação, a não ser aquela proveniente da ação de professores que, maldosamente, estão “ex- plorando” uma situação, tentando usar os estuantes como “massa de manobra” para tentar “melar o governador”.

Foi o que disse o Superintende do Espaço Físico da Universidade de São Paulo, Osvaldo Nakao, quando perguntado por estudantes sobre a situação do campus Leste da USP.

Ele deu sua declaração há duas semanas, e o vídeo está circulando no Facebook e YouTube.

Segundo Nakao não há nenhum risco à saúde no campus da EACH, mas que o problema seria uma campanha promovida por professores ligados “ao PT e do… do… do PCO!” para criar o “tumulto” na USP Leste, para “melar o governador”.

O gênio investigativo de Nakao foi indicado pelo reitor Marco Antônio Zago para ser o “gestor da crise” da Escola de Artes, Ciências e Humani- dades (EACH), devido à interdição do campus que sediava a unidade.

Apesar da brilhante e tardia “dedução” do apontado, a unidade está interditada desde 9 de janeiro, devido à contaminação do solo por metano e materiais cancerígenos, problema conhecido pela administração da universidade há anos, mas nunca tratado. A avaliação da contaminação e o pedido de interdição partiram da Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental e são reconhecidos pelo próprio reitor.

A declaração é caluniosa e todos os laudos apontam que realmente existe a conta- minação e documentos também mostram que a administração sabia do problema há muito tempo. Há relatórios que indicam lugares como concentração de até 40% de gás metano, enquanto o aceitável é de, no máximo, 5%.

Enquanto a reitoria e o governador não fazem nada porque “não existe contaminação”, os estudantes continuam espalhados em mais de 16 lugares diferentes entre o Tatuapé, Pinheiros e o Butantã.

Assista aqui o video de Nakao: https://www.youtube.com/watch?v=y5PRql3TwS8