A cara do golpe na USP

Na universidade quem manda já são os golpistas. O reitor Marco Antonio Zago é um interventor de Geraldo Alckmin (PSDB) dentro da USP e aplica aqui a mesma política que PSDB e PMDB estão aplicando nacionalmente.

Não por acaso, muitos dos ataques que estão sendo planejados nacionalmente já estão sendo articulados há mais tempo dentro da USP. O plano principal deste governo é privatizar tudo o que for possível, o que acontece aqui por meio da desvinculação dos hospitais, da privatização dos bandejões e a abertura para o investimento privado em diversos setores.

O fim da legislação trabalhista e a terceirização generalizada também já apareceram na USP.

Uma das medidas essenciais para um golpe é o estabelecimento de um estado policial, uma situação que permita o ataque generalizado de toda resistência que aparecer e já foi tomada aqui, através do convênio com a Polícia Militar. A PM foi usada aqui para atacar diversas greves e manifestações que lutavam contra os ataques da reitoria.

A reitoria, imposta pelo governo do PSDB, é a cara do golpe de Estado que vemos acontecer no Brasil.